Em outubro de 2016, eu tive o prazer de realizar um dos trabalhos mais mother-fucker-afudê-duca — isto é, muito bom em mais de uma língua ou dialeto — da minha carreira.

Mas é pra tanto? Sim, é. Juntou meu gosto e habilidade no desenho, com a capacidade de síntese que a prática do design dá. Tudo isso ao vivo, sem muito filtro.

Como foi?

Fiz a facilitação gráfica de um evento chamado Fórum de Inovação, promovido anualmente pelo IEL-RS. A organização não mediu esforços pra concretizar esse trabalho e fazer algo diferente do que vinham fazendo nos anos interiores. Enfim, uma inovação dentro da proposta deles… e pra mim também, uma vez que não é toda conferência que traz toda essa parafernália de canetas, tintas etc., além de ser minha primeira vez diante de um público desse porte.

A coisa é bem simples: enquanto os palestrantes e painelistas falavam, eu tomava notas visuais (visual notes ou sketchnotes são termos comuns pra designar esse produto) com a intenção de resumir suas falas, usando grafismos como apoio. Esse resumo era projetado em um telão lateral e, eventualmente, no telão que projetava os slides dos palestrantes.

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Enquanto eu tomava as notas, uma câmera suspensa fazia o trabalho de filmá-las sob o melhor ângulo, sem me incomodar enquanto eu desenhava. Além de projetar no telão o que aparecia na tela do meu computador, ali na minha frente, eu gravei as duas palestras e o painel de debate.

Em posse do aúdio gravado pela mesa de som (um mp3 de mais de 3,5h), sincronizei o som com o vídeo das notas e… voilà! Eis os vídeos todos para quem foi (ou não) lembrar do que foi apresentado aquela tarde.

Painel: Design Thinking “vida real”

Moderação: Mari Gutheil
Convidados: Daniel Duarte (SAP), Alexsandro Geremia (HIGRA), Juliana Nascimento (NATURA), Eduardo Zancul (USP) e Guilherme Selber (Samsung Ocean)

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Palestra: Formação de “inovadores” em projetos em colaboração universidade-empresa

Palestrantes: Eduardo Zancul (USP) e Guilherme Selber (Samsung Ocean)

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Palestra: UX – User Experience, Experiência centrada no usuário

Palestrante: Marcelo Quinan

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Pela 4ª vez consecutiva, apresento algo no dia dedicado a palestras da comunidade no Interaction South America, no #isa16 que aconteceu em Santiago do Chile.

O assunto estava gravado com tinta fresca na minha mente, depois de ser avaliador de palestras em eventos com o TDC e a UXConf BR (onde também sou organizador). O mote foi “qualificar as submissões para que as boas ideias não morram na beira da praia”. Espero que o tema ressoe com bastante gente da comunidade.

Veja nesse post a transcrição completa da apresentação:
medium.com/uxconfbr/guia-para-submeter-palestras-em-eventos-de-comunidades-profissionais-42e746bc67ff#.tpk043frf

A minha submissão (que passou!): “3 razões por que a sua palestra não foi aprovada nessa conferência, e a dela/dele foi”

Você teve uma boa ideia de palestra, mas ela não passou nessa (ou em outra) conferência. Há no mínimo 3 razões para isso ter acontecido: 1) você não teve coragem de inscrevê-la (deixa disso!), 2) a descrição da sua palestra não ficou muito clara ou 3) você não conseguiu chamar a atenção do juri e ter um voto positivo dele.

Nessa palestra relâmpago, eu vou mostrar com superar o medo de mostrar as suas boas ideias e fazer uma descrição “do cacete” para sua palestra, em alguns passos bem simples. Também vou mostrar como isso pode ser bom para sua carreira — como designer, especialmente.

Eu já submeti palestras e fui aprovado nos últimos três Interaction South America, além do Interaction 16, a conferência global do IxDA, em Helsinque. Tenho experiência adicional na seleção de palestras em outras conferências, como a UXConf BR, da qual sou um dos criadores.

Grace Bonney (@designsponge) has shown in this poscast episode a ridiculously easy way to inspire yourself and work on new contents for the online and print world altogether. Sure, in the end you still has to create the texts/videos/images, but once you have this “content boxes” (how she calls it), there’s no mistery at all.

I found it so easy to grasp that I decided to put it all in the A5 format bellow, resumed in an sketchnote format, so you can print it or have it always accessible in your bookmarks.

To hear the podcast How to Create Content for the New Online World and read the resume:

  1. Open the audio file in another window.
  2. Click on the following image to enlarge it.

20160726_181654

If you use this material for your own purposes, please consider linking back to this post using this shortlink: bit.ly/content-online

Alergia à proteina do leite da vaca (APLV) é uma reação diferente da intolerância à lactose (IL). A APLV dá mais em bebês e crianças, a IL é mais comum em adultos e idosos. A APLV pode ter sintomas digestivos, cutâneos, respiratórios, dentre outros. A IL se restringe e sintomas intestinais.

Apesar de não ter nenhuma das duas, aprendi a detectar o leite de vaca nas suas mais diversas formas, como essas que mostro no desenho.

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Clique na imagem para ampliar e imprimir.

Para quem tem uma questão assim, em si ou na família, essas figuras podem ajudar nas idas a restaurantes ou para informação aos cuidadores de crianças.

Foi uma experiência poliglota apresentar no Interaction South America 2015, ora falando em português, espanhol ou inglês. Divertido.

As an interaction designer, how can I materialize these decisions in the form of interfaces, navigations or product mechanics? Will I have to compromise on design principles? What is the cost-benefit relation? Can we cocreate ideas with “business people” from scratch?

Aqui a descrição completa.

Foto tirada pelo Pedro Belleza enquanto eu falava.

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Here they are: the slides of the “charla” I just presented on this Interaction South America 2015. All slides were conceived and crafted by me (very proud of it!).

This presentation will give you clues on how people are dealing with it “into the wild”. Stories of designers struggling to persuade bosses and workmates. Managers trying to understand the value of design. Developers learning new skills. Quite a journey!

Aqui resumi todas as coisas que me ocorreram a partir das palestras ou conversas que tive. São elas: a necessidade de ter melhores conversas; começar pequeno e ir ajustando no caminho; não fazer produtos para/sobre si; não pedir permissão pra fazer aquilo que vocês faz bem; não ter certeza, mas trabalhar iterativamente; conectar-se consigo pra poder se conectar com os outros.

Palestra do Steve Portigal @steveportigal

Palestra do Andy Polaine @apolaine

E esse ficou sendo meu cartão de visita: um bilhete de metro com meu twitter e um desenho meu no verso :)

Nada contra cantos arrendodados e Peppa pig, mas às vezes faz bem lembrar que a vida não é tão simples – ou seria melhor dizer, simplória?

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Nós tendemos a (super) simplificar as coisas.

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Isso é o que estamos procurando aplicar nos nossos serviços a empresas, eu meus sócios da Wildtech.

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Palestra minha e do Daniel.

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Esse quadro abaixo está à venda pelo Facebook  da Associação Chico Lisboa.

Esse serve de motivação: faz o que achas que tem que fazer,  mas não te apega demais às tuas idéias :)

Apenas um sketch.

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Em algum lugar no tempo espaço

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Mike Rohde is a really nice guy: he invite people from sketchnotes community to join him on his latest book, The Sketchnote Workbook. Included… me! Great guy, isn’t he?

Page 51 from “The Sketchnote Workbook”, by Mike Rohde.
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Cover of “The Sketchnote Workbook”, by Mike Rohde.

Repercussion

An then one day this conversation started: