No livro UX Strategy, a autora propõe um framework pra implementar uma visão de produto digital focada na experiência do usuário (UX).

As técnicas em si podem não ser novas, mas a forma como são concatenadas dão a impressão de que você não precisa de uma condição especial para pô-las em prática, como uma faixa preta em UX ou uma equipe de UX de 10 pessoas.

Realmente encorajador. Isso porque Jayme Levy acredita numa pegada enxuta (lean), com pesquisa de guerrilha e baseada em experimentos (acompanhados de métricas).

Fiz um esquema visual de cada um dos passos sugeridos, essa primeira versão em inglês.

UX Strategy, fluxogram in EN
Clique na imagem para ampliar e imprimir à vontade :)

E depois, uma segunda versão em português simplificada.

UX Strategy, um fluxograma em PT-BR
Clique na imagem para ampliar e imprimir à vontade :)

Vale a pena ler o livro para entrar nos detalhes da aplicação de cada passo, mas com esse resumo você já consegue ter uma ideia.

[Update em 07/01/2016]: A autora do livro curtiu o resumo.

[Update em 08/01/2016]: Um link de várias ferramentas que auxiliam a geração de ideias, criação de protótipos, validação, dentre outras coisas: startupstash.com (thanks Pedro Belleza).

Anúncios

Três fotos significativas de projetos longos. 2 anos parece tanto tempo. Foi o que levou para produzirmos o livro sobre o Atelier Jabutipê e para eu finalizar a Pós e um artigo sobre Design de Interação na TI. São como filhos que, casualmente ou não, tem o mesmo tempo de vida da minha filhota.

___
Redesenhamos a parte mais crítica de um processo de compra online: o checkout. É aquela hora onde a gente tem que dar o número do cartão de crédito e TREME NA BASE. Ficamos 5 meses dedicando esforços para que isso não aconteça.

***

View this post on Instagram

Livro do Jabutipê. Fiz o projeto gráfico.

A post shared by Thiago Esser (@thiagoesser) on

___
Esse livro conta a história de um dos (poucos, creio) espaços de Porto Alegre com exposições regulares atualmente. É uma foto da vida cultural nos anos 10, uma junção entre o velho (centro da cidade) e o novo (arte contemporânea).

Eu fiz o projeto gráfico, meu primeiro de um livro impresso. A Jan fez um baita trabalho de diagramação, admirei ainda mais essa minha amiga. Os irmãos Antônio e Luís Filipe Bueno, evidentemente, fizeram a curadoria do que deveria ficar pra posteridade nesse material. A Sabrina Stephanou fez o negócio acontecer. André Antunes fez algumas fotos. Equipe das boas.

Buenas, em julho tem lançamento e vocês vão poder ver melhor.

***

___
Entrei de cabeça numa pós em Gestão para entender: como podem as empresas de TI — nicho onde já venho trabalhando há uma década — tirar o melhor proveito do Design? Uma questão viva para mim e para outros que vem me demonstrando isso.

Inclusive, esse artigo escrito para o final da especialização não morre aí. O que se segue é a publicação de um e-book sobre o assunto, uma versão amigável desse texto, com a possibilidade de seguir envoluindo e crescendo.

Download aberto: http://leanpub.com/gestao-design-ti

Mike Rohde is a really nice guy: he invite people from sketchnotes community to join him on his latest book, The Sketchnote Workbook. Included… me! Great guy, isn’t he?

Page 51 from “The Sketchnote Workbook”, by Mike Rohde.
2014-09-26 19.44.06
Cover of “The Sketchnote Workbook”, by Mike Rohde.

Repercussion

An then one day this conversation started:

Eichmann em Jerusalém, de Hannah Arendt, é um livro de história e filosofia escrito a partir de um período dramático da humanidade, o holocausto judeu. A “banalidade do mal” a que se refere a autora é a capacidade (ou a falta de capacidade) de se responsabilizar pelos próprios atos, sobretudo os mais violentos — como colaborar no extermínio de milhões de pessoas. Adolf Eichmann, o réu, responsável por parte do transporte alemão durante a segunda guerra, alegou que “só estava cumprindo ordens”, ao mandar judeus para o campo de concentração.

eichmann-em-jerusalem

Trechos do livro

Na época, os alemães usavem uma linguagem velada para se referir ao extermínio.

(…) toda correspondência referente ao assunto ficava sujeita a rígidas “regras de linguagem” (…) Os codinomes prescritos para o assassinato eram “solução final”, “evacuação” e “tratamento especial” (…) Além disso, o próprio termo “regra de linguagem” era um codinome; significava o que em linguagem comum seria chamado de mentira.
— (págs. 100 e 101, destaques meus)

Sobre a banalidade do mal.

O problema com Eichmann era exatamente que muitos eram como ele, e muitos não eram nem pervertidos, nem sádicos, mas eram e ainda são terrível e assustadoramente normais.
— (pág. 299, destaque meu)

Sobre a esquiva de uma pessoa à responsabilidade sobre seus atos.

Suponhamos, hipoteticamente, que foi simplesmente a má sorte que fez de você um instrumento da organização do assassinato em massa; mesmo assim resta o fato de você ter executado, e portanto apoiado ativamente, uma política de assassinato em massa. Pois política não é um jardim-de-infância; em política, obediência e apoio são a mesma coisa.
— (pág. 301, destaque meu)

A autora ainda ressalta o fato de que o réu, Eichmann, não era um vilão clássico.

A não ser por sua extraordinária aplicação em obter progressos pessoais, ele não tinha nenhuma motivação. E essa aplicação em si não era de forma alguma criminosa; ele certamente nunca teria matado seu superior para ficar com seu posto. Para falarmos em termos coloquiais, ele simplesmente nunca percebeu o que estava fazendo.
— (pág. 310)

Vale lembrar que você não tem que ler nenhum desses livros de que vou falar. Digo isso porque, se disser o contrário, você pode se ofender ou se chatear, assim como a gente se chateia em um momento da vida (colégio, vestibular, vida profissional…) com as leituras obrigatórias.

Não, você não tem que ler.

Uma coisa é certa: os livros a seguir mudaram minha vida. Também não quero que tome isso de forma cerimoniosa. Eles mudaram minha vida, e isso não é um fato banal, mas qual livro não muda, se lido integralmente? Isto é, algum livro é capaz de tirar algo de nós, ao invés de acrescentar? Na pior das hipóteses, um empate, que não é um mal resultado.

1. Gestão Estratégica do Design: Como um ótimo design fará as pessoas amarem sua empresa

View this post on Instagram

Das Buch ist auf dem Tisch 2

A post shared by Thiago Esser (@thiagoesser) on

O título contém uma promessa e o livro é recheado de cases de sucesso famosos. Se você lê nas entrelinhas, já sabe o que isso quer dizer: Apple. Mas o livro não fica na puxação de saco. Ele destrincha o que é que essa e outras empresas fizeram pra serem lembradas: cuidar do relacionamento com seus clientes/usuários de forma ampla, prestando atenção aos múltiplos pontos de contato entre o seu serviço e eles. É a tal da experiência, explicada de uma forma bem plausível.

2. Uma breve história da Filosofia

View this post on Instagram

Das Buch ist auf dem Tisch 1

A post shared by Thiago Esser (@thiagoesser) on

Já pensou que a Filosofia pode ser uma forma de auto-ajuda? Só que diferente da auto-ajuda dos livros que você encontra numa das seções da livraria. Ela é ajuda porque nos dá subsídio pra responder ou formular melhor as questões que passam a todo mundo, de alguma forma: “qual o sentido da vida?”, “isso é sonho ou é real?”, “somos livres ou controlados por uma força maior?”etc. E é auto por que, mesmo com ajuda, no fim das contas é conosco, temos que pensar por conta própria.

 3. Comunicação não-violenta

View this post on Instagram

Das Buch ist auf dem Tisch 3

A post shared by Thiago Esser (@thiagoesser) on

Esse é daqueles livros pra você digerir — e aplicar os conhecimentos que ele traz — ao longo de uma vida inteira. Isso porque ele vai fundo na questão da empatia,  que é um conceito fácil de entender mas dificílimo de praticar (alguém me mostre o contrário, por favor). O livro traz algumas constatações simplesmente radicais: ninguém muda ou ensina nada a ninguém; com culpa ou a contragosto, aquilo que fizermos volta ali adiante em forma de violência (verbal ou física); por trás de xingamentos e de interpretações da conduta alheia, está alguma necessidade emocional nossa não atendida. A comunicação não-violenta propõe uma forma de lidar com isso tudo.

4. Change by Design

View this post on Instagram

Das buch ist auf dem Tisch 4

A post shared by Thiago Esser (@thiagoesser) on

Se você é ligado ao Design ou ouve seguido a palavra inovação no seu trabalho, já deve ter ouvido falar em Design Thinking. Talvez esteja de saco cheio de ouvir essas duas palavras juntas, ou ache o máximo (só para ilustrar, veja o que alguns pensam). O livro é dedicado inteiramente a esse conceito, e vale a pena dedicar esse tempo a entendê-lo, nem que seja pra dizer: “mas eu sempre fiz isso”/”já faço há tempo!”.

[Foto do cabeçalho do post: hutterhacks]

Nessa quinta-feira (08/05/14), vamos nos reunir pra falar sobre o livro Design para a Experiência do Usuário: alguém está fazendo isso por você, que  lancei recente/gratuitamente, como já tinha dito aqui no blog.

O evento acontece dentro da comunidade UX Book Club, na sua versão local de Porto Alegre.

O UX Book Club é uma comunidade que existe em diversas cidades do mundo, formada por pessoas apaixonadas por design de interação, design de interface, arquitetura da informação, usabilidade, interação humano-computador, design visual ou qualquer outra disciplina relacionada a User Experience Design.

Serviço

O que? Encontro do UX Book Club Porto Alegre
Quando? 8 de maio de 2014
Onde? Olivos 657. Rua da Republica 657, Porto Alegre. (Ver evento no Facebook. Talvez para enxergar o evento, você precise antes entrar no grupo do UX Book Club Porto Alegre/RS)
Onde posso baixar o livro? Aqui: uxnivers.com/livro

livro_thiago_esserThe book is on the table(t)! Há uns vinte dias lancei esse livro sobre Experiência do Usuário (ou User Experience, UX), a partir da minha vivência profissional.

Você pode baixá-lo aqui: www.uxnivers.com/livro

Um livrinho para quem quer ser protagonista no processo de Design.

Uma conversa sobre a vivência de quem trabalha (ou quer trabalhar) com o conceito de Experiência do Usuário dentro das empresas.

Leia o capítulo 2 para ter um gostinho do que é o livro.

***

Uns dias antes, anunciei sobre a publicação do livro no meu Instagram e Facebook, com bons retornos :)

Design para a Experiência do Usuário: alguém está fazendo isso por você.
Autor: Thiago Esser
Primeira versão lançada em 14/04/2014.
Baixe grátis em www.uxnivers.com/livro

Primeiro, tenho que explicar o que considero leitura “obrigatória”: são aqueles livros que, por algum motivo profissional ou de formação, você TEM que ler. Na escola, são alguns autores regionais e nacionais consagrados. Na faculdade, livros que são pedras fundamentais da sua profissão.

O “obrigatória” vai tranquilamente entre aspas, pois se você quiser pode passar a vida escapando dessas leituras — lendo só o resumo na internet, vendo o filme do romance… — nada lhe impedirá. Eu, por exemplo, vou confessar aqui duas de que passei ao largo, não pra mostrar como sou espertinho ou bobo, mas pra questionar essa suposta obrigatoriedade: O Continente, do Érico Verissimo, que para quem é gaúcho representa quase o mesmo que não ler O Alienista do Machado de Assis, em termos de literatura nacional; na área do Design de Experiência do Usuário (UX), passei em branco pelo The Elements of User Experience, do Jesse James Garrett, só conhecendo o famoso resumão da parada.

[ Breve comentário: não acho que ninguém tenha que ter vergonha de não fazer leituras indicadas… desde que leia outras coisas no lugar! :D ]

Dito isso, quero falar sobre como algumas dessas leituras indispensáveis, irremediáveis e inscapáveis que mudaram minha vida.

O quê?! Um livro de Direito Trabalhista ou de Botânica mudando a vida de alguém??

Seria mais ou menos essa a relação se eu fosse um estudante de Direito ou Biologia… dizer que um livro técnico, daqueles que vocês nunca leria nas férias, alterou o rumo da sua existência.

De certa forma, esse “mudou a vida” pode acontecer com cada um dos livros que a gente lê até o fim, pois nenhuma leitura é totalmente insignificante para não nos fazer nada (nem bem nem mal).

Mas esses livros que listo abaixo tem algumas propriedades particulares. Contradizendo as expectativas normais, foram leituras extremamente prazerosas, mesmo que as tenho feito na marra (mentirinha). Além disso, todos contém uma mensagem, uma linha de pensamento que pode ser resumida de forma bem simples — ao menos é o que eu acho.

O design do dia-a-dia, de Don Norman

the-design-of-everyday-things-revised-editionA mensagem contida aqui, e que acaba de ser renovada com uma nova edição do livro, é libertadora, fato que se repete nos outros casos que cito aqui. Norman diz que

as pessoas tem dificuldade de usar e se adaptar às (novas e velhas) tecnologias porque elas não foram projetadas pensando nas suas necessidades e limitações. [resumão meu]

Nesse sentido, ele tira a culpa de cima da gente por não sabermos usar computadores, controles remoto, telefones, elevadores e até mesmo portas! Ufa!

Não me faça pensar, de Steve Krug

dontmakemethinkEsse livro, que tem continuidade com outro do mesmo autor,  dá a seguinte morta, que eu sintetizo assim:

Você tem uma idéia. Ela é genial, vai mudar o mundo! Ou é simplesmente boa. Ok. Vamos testá-la?

— Ah, não precisa… vai dar certo, não tenho dúvida!

Se ela é boa, então pra quê ter medo do teste?

Nas entrelinhas, está dito que boa parte das idéias, quando se concretizam, na realidade são uma m****. Mas ok, vamos aprender como, por que… ao invés de ficar se enganando.

Relativizando, de Roberto DaMatta

relativizandoEu não estudei Sociologia, nem tenho muitas leituras na área da Antropologia, mas esse livro do antropólogo brasileiro fez algumas boas cócegas no meu cérebro. Resumindo, como disse em outro post:

Não se trata de um “tudo é relativo” onde nunca se tem certeza de nada. Relativizar é se colocar no lugar dos outros — outra pessoa, outro grupo, outra tribo — através da pesquisa etnográfica, para, a partir desse ponto de vista, avaliar os nossos próprios conceitos.

É a tal da empatia numa via de mão dupla: eu vou e me coloco no lugar do outro, e depois volto pro meu lugar depois de ter vivido essa experiência… e aí, o que mudou?

Preconceito Lingüistíco, de Marcos Bagno

marcos-bagno1Essa última é uma leitura bem recente onde, de cara, já notei que seria daquelas pra se levar consigo pela vida. Ela é obrigatória pro estudante de Comunicação, Letras, Sociologia, História… pensando bem, qualquer profissão. Em essência, o autor diz que

os falantes do português brasileiros são massacrados com exigências de bem falar e escrever que muitas vezes são inalcançáveis, quando não sem sentido. Essas normas servem como instrumento de poder e obscurantismo por parte de quem já está por cima, e não quer sair de lá. [resumo meu]

Recentemente, vi uma página de comentários  onde a palavra ancioso (com C ao invés de S) aparecia inúmeras vezes. Depois de ler esse livro, já não vejo isso como um pecado mortal e, inclusive, me questiono: de onde vem esse “erro”? É a língua evoluindo — ou simplesmente mudando, como mostram ‘n’ exemplos do livro — ou um sintoma das condições do nosso sistema educacional?

*****

Bueno, essas foram algumas leituras que pra mim perderam o status de sofrimento pra fazerem parte da minha estante na boa. Espero que vocês também tenham as suas!

Foto: paulbence

20130702-192324.jpg

O livro Grouped, escrito por Paul Adams, dá várias mortas sobre como atualmente as pessoas interagem socialmente na web (na vida contemporânea e daqui pra frente).

Resumão das idéias do livro

As redes sociais estão aí há muito tempo. A web está sendo construída em volta das pessoas. Ela está se atualizando para refletir uma estrutura que já é antiga.

As pessoas próximas tem uma influência desproporcional sobre nós. Isto é, confiamos muito na opinião dos mais próximos. É a ela que recorremos quando queremos tomar uma decisão.

80% da nossas ligações telefônicas sao para 4 pessoas. Vá lá ver esse padrão na lista de chamadas do seu smartphone, eu espero… Agora amplie isso pra todo o tipo de comunicação que temos no dia-a-dia (vai de 5 a 10 pessoas).

Nossas redes são formadas por pequenos grupos que estão ligados de maneira única através de nós. Participamos de uma média de 6 a 10 grupos com não mais de 10 pessoas. Podemos também classificar a nossa rede da seguinte forma: 5 pessoas do nosso círculo interno + 15 pessoas próximas, cuja morte seria muito sentida por nós (descrição do autor) + 50 pessoas com quem falamos semi-regularmente, e de quem sabemos mais ou menos sobre sua vida + 150 pessoas com quem temos uma relação estável (sabemos quem conhece quem) + 500 pessoas com quem nos relacionamos brevemente. Os mais próximos são o nosso elo-forte.

Mais importante do que grandes indivíduos influenciadores, é como as coisas fluem através das redes. O que há são indivíduos mais propensos a receber novidades (innovative hubs), e aqueles que seguem os primeiros (follower hubs). Mas sem a propagação dos seguidores, a coisa não se espalha. Aliás, muitas vezes as idéias virais começam a partir de uma pessoa normal (regular person, que não é necessariamente uma grande formadora de opinião).

Nós agimos a partir da observação dos outros (do social). Aquilo que não sabemos, tiramos da observação do comportamento alheio.

Não somos tão racionais como pensamos. Nossas atitudes, pra falar a verdade, são baseadas no “cérebro emocional, não-consciente”, que é muito mais capaz de armazenar informações do que o nosso lado racional, consciente.

Somos avessos a mudanças. Se algo mexe com as nossas crenças, torcemos o nariz. Porém, com jeito, deixamos entrar na nossa vida novos comportamentos (raramente novas atitudes, diferencia o autor).

Cada vez mais vamos recorrer aos amigos pra pedir informações. Isso pode ser visto num comportamento nosso que é usual, quando confrontamos a opinião de um médico ou especialista a de um amigo ou familiar sobre questões de saúde.

O que nos leva a…

O que nos leva ao fato de que, se quisermos alcançar um público grande com a nossa mensagem, não precisamos focar todos nossos esforços num figurão que vai se encarregar de convencer seus súditos.

Mais eficaz, pela forma como as redes estão construídas hoje, é que a gente convença os mais próximos, que estão muitos mais propensos a passar essa mensagem para suas respectivas redes, o que aumenta em muito o número de possibilidades e combinações (sobretudo as mais inusitadas).

Mais sobre o livro.

Muito se fala em imparcialidade jornalística, e em deixar a visão pessoal de fora quando fazemos design. Já na poesia, parece que, quanto mais pessoal ela for, melhor.

Pois bem, e o que dizer da isenção na hora de fazer filosofia?

Em um livro extremamente didático (em inglês), Nigel Warburton explica os conceitos mais básicos da filosofia (procure em português, também tem). Lá pelas tantas ele larga essa pérola:

“…philosophers give complicated analyses wich appear to involve impersonal reasoning but wich always end up by demonstrating that their pre-existing prejudices were correct.”

Isto é, caiu a casa pra você, amigo, que esperava imparcialidade nesse mundo.

Até os filósofos! Até os filósofos!